Loneliness

Filmado e editado por Gabriel Franco.

Trilha de Sound Design por Jonas Lewis.

 

Anúncios

Criança, a alma do negócio

 Criança, a alma do negócio (Brasil)

Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Direção: Estela Renner

Produção Executiva: Marcos Nisti

Maria Farinha Produções

Maiores informações em:

http://www.alana.org.br/doc.3gp

 

Fonte original: http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Biblioteca.aspx?v=8&pid=40

Ilha das Flores

1989

Música: (“Fantasia sobre O Guarani”, de Geraldo Flach, com Zé Flávio na guitarra)

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Monica Schmiedt, Giba Assis Brasil e Nora Goulart

Roteiro: Jorge Furtado

Direção de Fotografia: Roberto Henkin e Sérgio Amon

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Geraldo Flach

Direção de Produção: Nora Goulart

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Ana Luiza Azevedo

Uma Produção da Casa de Cinema PoA

Elenco Principal:
Paulo José (Narração)
Ciça Reckziegel (Dona Anete)

Lutas.doc – O que vem por aí?

Lutas.doc faz uma reflexão profunda sobre a história da sociedade brasileira e o papel da violência na formação do povo. Dirigido por Luiz Bolognesi e Daniel Augusto, o documentário tem um ritmo dinâmico e utiliza recursos de animação, trechos de filmes, informação, entrevistas e análise. Os cinco episódios combinam densidade de reflexão com linguagem acessível, uma atração especial para o público jovem.

Grandes pensadores brasileiros, personalidades da política e da cultura do país, além de outros cidadãos, abordam várias facetas da violência no Brasil. Os depoimentos são intercalados por desenho animado. Essa animação é fruto do trabalho diário de uma equipe de 60 profissionais e levou três anos para ser produzido. Com um olhar crítico e ousado, duas dezenas de entrevistados passam em revista a história da sociedade brasileira. Entre eles, os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e  Fernando Henrique Cardoso.

Lutas.doc – Heroína sem Estátua

A luta das mulheres pela igualdade de direitos na sociedade brasileira é o tema desse capítulo

Heroína sem Estátua é o quarto episódio da série Lutas.doc. A luta das mulheres pela igualdade de direitos na sociedade brasileira é o tema desse capítulo. “A evolução das mulheres anda a passos largos”, afirma o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um dos entrevistados do programa. Mas nem sempre foi assim. Lutas.doc analisa as batalhas femininas para alcançar conquistas como o direito ao voto, sua inserção na política e no mercado de trabalho.

Na avaliação do historiador Pedro Puntoni, toda revolução histórica é marcada por conflitos e, no caso da questão feminina, o papel da rebelião foi fundamental nesse processo.“A rebeldia transforma a história”, analisa. Ele conclui que, na política, o brasileiro ainda é muito conservador e a visão machista perdura nas grandes decisões. A professora de filosofia da USP, Olgária Matos, também opina sobre o assunto e declara que na política o que vence a eleição é o marketing eleitoral e não os bons projetos. “A política se converteu em prestação de serviços”, comenta Olgária.

Mesmo com todo o avanço das mulheres, a série constata que apenas 9% das prefeituras brasileiras são ocupadas por elas. Outro índice que ainda é um diferencial são os salários: 40% menor do que os dos homens que ocupam a mesma função. Uma das representantes da mulher na política, a senadora Marina Silva (PV-AC) reconhece o rápido aprendizado das mulheres com os homens. E garante que “se os homens não aprenderem com elas terão um grande prejuízo”.

Entre pensadores, políticos e representantes dos movimentos sociais que participam do programa estão o historiador Pedro Puntoni, o psicanalista Contardo Calligaris, a sub-prefeita da Lapa em São Paulo, Soninha Francine; o escritor Ferrez, a professora de filosofia- USP, Olgária Matos; o líder do MST, João Pedro Stédile, a professora Esther Hamburger, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a senadora Marina Silva, a filosófa e apresentadora Márcia Tiburi e a jornalista e ex-moradora de rua Esmeralda Oritiz.

Lutas.Doc é uma parceria da TV Brasil com a Gullane e Buriti Filmes.

Roteiro e Direção Daniel Augusto e Luiz Bolognesi

Produção Caio Gullane, Fabiano Gullane, Laís Bodanzky e Renata Galvão

Lutas.doc – Fábrica de verdades

Terceiro episódio da série Lutas.doc

O programa vai aborda a importância da mídia e da teledramaturgia para a sociedade brasileira. O papel da televisão está entre os temas da discussão feita com pensadores, políticos e representantes de movimentos sociais.”Se você imagina que são as novelas que fazem a educação do brasileiro… É uma inversão de princípio e de realidade. Impressionante”, diz a professora de filosofia, Olgária Matos.

Com a mesma preocupação, a filósofa Marcia Tiburi ressalta que o telespectador tem de ser ajudado. “É uma função pedagógica que deveria estar embutida nos meios de comunicação”, afirma. “Isso é uma coisa tão assustadora. Quem não aprende a ler, não aprende a pensar discursivamente. E quem não aprende a pensar discursivamente, não aprende nem a ouvir nem a falar. Como nós poderíamos constituir uma democracia sem o aprendizado da conversação?”, indaga a filósofa.

“Estamos em um país em que as pessoas não são alfabetizadas”, diz o escritor Ferrez. Da mesma opinião, o jornalista Gilberto Dimenstein constata: ” Em São Paulo, se você pega as pessoas formadas no ensino médio, 5% apenas têm conhecimento adequado para ler e escrever. Lamento, eu não consigo ver violência maior do que uma pessoa chegar ao final da sua adolescência e não saber ler nem escrever. Não consigo ver quantas violências são maiores do que essa. Mas ninguém liga. E não causa comoção, não causa nenhum escândalo, não causa uma indignação nacional”.

Além de depoimentos de pensadores brasileiros e imagens de animação, Fábrica de Verdades apresenta cenas dos filmes Cidade dos Homens, de Paulo Morelli, e Quase Dois Irmãos, de Lucia Murat.

Participam deste episódio a filósofa Marcia Tiburi; a professora de filosofia Olgária Matos; a professora de comunicação Esther Hamburger; o jornalista Gilberto Dimenstein; o pensador José Júnior, do AffroReggae; os historiadores Pedro Puntoni e Leandro Karnal; a sub-prefeita da Lapa em São Paulo, Soninha Francine; o escritor Ferrez; o líder do MST, João Pedro Stédile; o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; e Lisa Gunn, do Instituto de Defesa do Consumidor.

Lutas.Doc é uma parceria da TV Brasil com a Gullane e Buriti Filmes.

Roteiro e Direção Daniel Augusto e Luiz Bolognesi

Produção Caio Gullane, Fabiano Gullane, Laís Bodansky e Renata Galvão.

Mais em: http://tvbrasil.org.br/lutasdoc/

 

Lutas.doc – Recursos Humanos

Um paralelo entre as vítimas das guerras brasileiras e o uso da mão de obra

“O Brasil não pode ser entendido sem a compreensão da escravidão”, diz a professora Laura de Mello e Souza, em entrevista ao segundo episódio da série Lutas. Doc.  Recursos Humanos enfoca como era a vida dos escravos no Brasil e como eles foram tratados pelas outras classes sociais. Os escravos foram libertados no país em 1888.

Muitos historiadores notáveis, economistas e, até dois ex-presidentes, falam sobre a escravidão que teve efeitos sobre a história do Brasil. O ex-presidente Lula discute como a elite do Nordeste queria libertar os escravos em 1817, na Revolução  Pernambucana. Mas,  muitos setores das classes superiores opuseram porque temiam que os escravos se revoltassem.

“Nunca houve uma preparação intelectual dos escravos no Brasil, como aconteceu nos Estados Unidos com a Guerra Civil”, observa o historiador Eduardo Gianetti. “Levamos mais de um século para integrar escravos na força de trabalho, mas não devemos ser orgulhosos, devemos ter vergonha.”

Na tela da TV Brasil, uma reflexão que traça o paralelo entre as vítimas das guerras brasileiras e o uso da mão de obra. Os entrevistados questionam também quem é a elite brasileira e como se dá, e ainda se existe democracia racial no país.Alguns destacam os fenômenos que produziram a escravidão como um “negócio” e seus reflexos na atualidade. Analisam e refletem sobre como mecanismos sofisticados que mantêm dezenas de milhões de trabalhadores como reserva de mão de obra barata ao longo dos séculos.

  Para chegar ao significado de “trabalho”, os depoimentos costuram hipóteses para compreender como funciona o aparelho ideológico que legitima a vida de trabalhadores que ontem estavam em navios negreiros e aldeamentos jesuítas, mas hoje aceitam trafegar em ônibus lotados do trabalho às moradias em bairros de periferia das cidades. Comentam a eficiência dos discursos que, ao transformar escravos em “recursos humanos”, reduz o impacto da linguagem e legitima a realidade, diminuindo a percepção de violência.

 Além do sociólogo Luis Mir, falam neste programa, o psicanalista Contardo Calligaris, o economistaEduardo Giannetti, a professora de filosofia Olgária Matos, o jornalista Gilberto Dimenstein, o pensador José Júnior, do AffroReggae; os historiadores John MonteiroPedro Puntoni e Laura de Mello e Souza, a vereadora Soninha, a escritora e ex-moradora de rua Esmeralda Ortiz, a ex-senadora Marina Silva, além dos ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso.

Você não vai querer perder este episódio que mostra um olhar honesto da história brasileira e como as classes sociais e a escravidão  têm interagido ao longo dos anos para moldar o Brasil no país que é hoje.

Mais em: http://tvbrasil.org.br/lutasdoc/noticias/

Entradas Mais Antigas Anteriores